18 Desafio - 9ª Semana (22/05/2010): O que é um “Gulag”?!
17 Desafio - 9ª Semana (22/05/2010): Quem foi D. Nuno Álvares Pereira?!
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Escola Básica Monção
Monção, Minho, Portugal
“As Histórias de Heródoto” é um Blog onde a História e a história estão sempre presentes.
Em História estuda-se o passado para compreender o presente e preparar o futuro…
Assim, os alunos do 5º, 6º e 7º Ano da Escola EB23 de Monção, juntaram-se a esta iniciativa promovida pelo Grupo de Professores de História, mostrando que a História é, e pode ser, divertida e que está sempre presente… até nas coisas mais básicas do nosso quotidiano…
Leia, comente e… divirta-se…
Olá! Se respondeste a primeira hipótese (“uma figura mitológica”), acertas-te! Com efeito o Adamastor é uma figura mitológica que surge no imaginário da nossa literatura através de Luís Vaz de Camões na sua obra “Os Lusíadas”. Foi, segundo o escritor, o Gigante Adamastor (uma figura mitológica criada por Camões para significar todos os perigos, as tempestades, os naufrágios e “perdições de toda sorte”) que os portugueses tiveram de enfrentar e transpor nas suas viagens. Como base para a criação da sua personagem, Luís de Camões utilizou o imaginário e a tradição mítico-religiosa da cultura greco-romana. Fontes:http://oslusiadas.no.sapo.pt/episodio14.html- 24/02/2010 Prof. Narciso Serra
O Entrudo (ou Carnaval) tem as suas origens provavelmente nas antigas civilizações clássicas (na Grega - em honra de Dionisio; na Romana – em honra de Saturno) assumindo, conforme o período temporal, simbologias diferentes. Passo a explicar.
Durante o período Clássico, até ao inicio da era cristã, a comemoração do Entrudo servia para celebrar a passagem do Inverno e a entrada na Primavera. A Primavera assume aqui uma simbologia de libertação, renascimento e fertilidade, contrastando com um período de abstinência e reclusão traduzido pelo Inverno.
Com a entrada na era cristã, o Entrudo continua a assumir algumas das características das suas influencias clássicas, mas adaptada à “nova religião”.
O Entrudo desenvolve-se entre o Domingo da Septuagésima até à Quarta - Feira de Cinzas. Fortemente ligado ao período de abstinência para a Quaresma, o Entrudo envolve, contudo, um carácter libertador onde as brincadeiras e partidas levadas a cabo não são mais do que uma preparação para Quaresma, período de recolhimento e reflexão.
As festividades ligadas ao Entrudo derivam de região para região existindo, porém, alguns pontos em comum entre as festividades: as brincadeiras, o uso de mascaras e fantasias e... o excesso.
Levado possivelmente para o Brasil pelos portugueses, o Entrudo assumiu características muito próprias nesse país e uma importância extrema no calendário local.
Celebrado por uma boa parte dos países, o Entrudo, ou Carnaval como também é conhecido, é uma festa de cariz popular por excelência, de celebrações espontâneas e de concretização simples.
Actualmente, em várias regiões do nosso país, o Entrudo tradicional tem ficado descaracterizado fruto da importação de formas de festejo oriundas, por exemplo, do Brasil. Basta reparar na tipologia de fantasias e adereços utilizados que facilmente concluímos não se encontram de acordo com a época do ano, ainda fria, em que nos encontramos.
Como sugestão deixo-vos, por exemplo, o Carnaval de Torres Vedras e as festividades carnavalescas de Podence em Macedo de Cavaleiros.
Boas Festas e... juízo!
Sabias que…
• O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média?! • O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval"?! • Em 2005 o Carnaval de Salvador, Baía, Brasil, entrou no Guinness Book como a maior festa de rua do mundo?! • O carnaval de Torres Vedras é um dos carnavais mais característicos e tradicionais de Portugal?! • Os Caretos representam imagens diabólicas e misteriosas que todos os anos desde épocas que se perdem no tempo saem à rua nas festividades carnavalescas de Podence – Macedo de Cavaleiros?! • Por todo o país o carnaval ou Entrudo se comemora de forma muito energética e diversificada?!
Olá! Se respondeste a segunda hipótese (Arquimedes), acertas-te! “A maioria dos detalhes da vida de Arquimedes são desconhecidos. Sabe-se que nasceu em Siracusa, na época uma cidade-estado da Magna Grécia cerca de 287 a.C. Seu pai foi um astrónomo chamado Fídias, do qual nada se conhece. Quando jovem, estudou em Alexandria, o centro do saber da época, com Conon, um dos discípulos de Euclides. Embora na Antiguidade não houvesse clara distinção entre matemáticos (geómetras), físicos (cientistas naturais) e filósofos, Arquimedes destacou-se ao longo da sua vida principalmente como inventor e matemático.
Arquimedes morreu após a tomada de Siracusa durante a Segunda Guerra Púnica, cerca do ano 212 a.C.. Foi morto por engano por um soldado romano, apesar dos soldados terem ordens explícitas para defendê-lo, já que os romanos tinham uma enorme admiração por ele. Diz-se que quando os soldados romanos invadiram a praia de Siracusa, encontraram um velho senhor - o próprio Arquimedes - desenhando círculos na areia. Sem imaginar que esse era o génio responsável pela criação das poderosas armas sicilianas, assassinaram-no quando ele se negou a obedecer a suas ordens, porque não queria ver perturbado o raciocínio que seguia nesse momento. De acordo com o seu desejo, a sua sepultura foi decorada com o desenho de uma esfera dentro de um cilindro, que fazia parte de uma das suas demonstrações matemáticas favoritas.
Conta-se que certa vez, Hierão, rei de Siracusa, no século III a.C. havia encomendado uma coroa de ouro, para homenagear uma divindade que supostamente o protegera em suas conquistas, mas foi levantada a acusação de que o ourives o enganara, misturando o ouro maciço com prata em sua confecção. Para descobrir, sem danificar o objecto, se o seu interior continha uma parte feita de prata, Hierão pediu a ajuda de Arquimedes. Ele pôs-se a procurar a solução para o problema, a qual lhe ocorreu durante um banho. A lenda afirma que Arquimedes teria notado que uma quantidade de água correspondente ao seu próprio volume transbordava da banheira quando ele entrava nela e que, utilizando um método semelhante, poderia comparar o volume da coroa com os volumes de iguais pesos de prata e ouro: bastava colocá-los em um recipiente cheio de água, e medir a quantidade de líquido derramado. Feliz com essa fantástica descoberta, Arquimedes teria saído à rua nu, gritando "Eureka! Eureka!" ("Encontrei! Encontrei!"')”. – Texto retirado na integra de Wikipédia.
Olá! Se respondeste a primeira hipótese (um relógio de água), acertas-te!
Com efeito, a clepsidra ou relógio de água foi um dos primeiros sistemas criados pelo Homem para medir o tempo. Trata-se, como podes ver na imagem, de um dispositivo a água, que funciona por gravidade, no mesmo princípio da ampulheta (de areia).
Filho do conde D. Henrique e da infanta D. Teresa, terá nascido em Coimbra, ou mais provavelmente em Viseu em 5 de Agosto de 1109, de acordo com a tese recente de Armando de Almeida Fernandes, e foi, possivelmente, criado em Guimarães onde viveu até 1128.
Tomou, em 1120, uma posição política oposta à de D. Teresa (que apoiava o partido dos Travas), sob a direcção do arcebispo de Braga. Este forçado a emigrar leva consigo o infante que em 1122 se arma cavaleiro. Restabelecida a paz, voltam ao condado. Entretanto novos incidentes provocam a invasão do condado portucalense por D. Afonso VII, que, em 1127, cerca Guimarães onde se encontrava D. Afonso Henriques. Sendo-lhe prometida a lealdade deste, D. Afonso VII desiste de conquistar a cidade. Mas alguns meses depois, em 1128, as tropas de D. Teresa defrontam-se com as de D. Afonso Henriques tendo estas saído vitoriosas – o que consagrou a autoridade de D. Afonso Henriques no território portucalense, levando-o a assumir o governo do condado. Consciente da importância das forças que ameaçavam o seu poder este concentrou os seus esforços em dois planos: Negociações junto da Santa Sé com um duplo objectivo: alcançar a plena autonomia da Igreja portuguesa e o reconhecimento do Reino. Os passos mais importantes foram os seguintes:
- Fundação do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, em 1131, directamente subordinada à cúria romana – fundação que propiciou a reunião das dioceses portuguesas à metrópole de Braga;
- Declaração de vassalagem por parte de D. Afonso Henriques à Santa Sé em 1143 – em virtude de uma nova fase da sua política iniciada com o use do título de rei;
- Obtenção da bula de 1179, na qual o papa Alexandre III designava pela primeira vez D. Afonso Henriques rei a ao qual dava o direito de conquistar terras aos Mouros sobre as quais outros príncipes cristãos não tivessem direitos anteriores;
- Pacificação interna do reino e alargamento do território através de conquistas aos Mouros – o limite sul estabelecido para o condado portucalense – e assim Leiria em 1135, Santarém e Lisboa em 1147 – quer mesmo para além deste, sempre que isso não viesse originar conflitos com o Imperador – e assim Almada e Palmela em 1147, Alcácer em 1160 e quase todo o Alentejo (que posteriormente foi de novo recuperado pelos Mouros).
Portugal é um país lindo, cheio de locais mágicos, de lendas e tradições. É um país que apela à descoberta, ao espirito aventureiro e à curiosidade. Portugal é o teu país, vem descobri-lo!
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