25 de Abril - Como tudo aconteceu...
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=ti8AsJZdbDU - 10/05/2010
Prof. Narciso Serra
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=ti8AsJZdbDU - 10/05/2010
Prof. Narciso Serra
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=aTFTqaKWSno -10/05/2010
Prof. Narciso Serra
Olá! Se respondeste a terceira hipótese (“um livro impresso”), acertas-te! «Incunábulo é um livro impresso nos primeiros tempos da imprensa com tipos móveis, não escrito à mão. A sua origem vem da expressão latina in cuna (no berço), referindo-se assim ao berço da tipografia. Refere-se às obras impressas entre 1455, data aproximada da publicação da Bíblia de Gutenberg, até 1500.» - Texto retirado na íntegra da fonte.
Fonte: http://sdi.letras.up.pt/uploads/pdfs/Incun%C3%A1bulo.pdf -10/05/2010
Prof. Narciso Serra
Olá! Se respondeste a primeira hipótese (“uma pessoa”), acertas-te! «A profissão de tanoeiro, construtor de pipas, balseiros e tonéis entre outros, está em extinção. Elevada à designação de arte está hoje limitada à reparação desses diversos recipientes e à construção de pipas com fins decorativos. A armazenação do vinho antes dos seus transportes costumava ser efectuada em cubas em cimento, hoje quase inexistentes estão a ser destruídas por muitas das casas que as possuíam e a ser substituídas por cubas em aço inoxidável. Muitos dos processos de transportar, engarrafar, rolhar e rotular as garrafas está a ser modernizado em várias empresas. Trabalhos que costumavam significar muitos empregos estão hoje completamente mecanizados ou em vias de desaparecimento.» - Texto retirado na íntegra da fonte.
Fonte: http://paginas.fe.up.pt/porto-ol/jmg/98tv5.html -10/05/2010
Prof. Narciso Serra
Olá! Se respondeste a primeira hipótese (“um elemento utilizado em arquitectura”), acertas-te!
Zimbório é o nome dado à cúpula, em geral circular ou octogonal, das igrejas de grande dimensão.
Fonte: http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa-ao/zimb%C3%B3rio -20/02/2010
Prof. Narciso Serra
Olá! Se respondeste a quarta hipótese (“uma ave”), acertas-te!
O milhafre, tal como a águia ou o falcão é uma ave de rapina.
«Milhafre-preto
O milhafre-preto é uma ave de rapina de grandes dimensões - pode atingir os 60 cm - possuidor de umas grandes asas e uma longa cauda, que termina com uma pequena bifurcação. É facilmente reconhecível pelo seu bico em gancho e pela tonalidade das suas penas, onde predomina a cor castanho acizentada. Alimenta-se de carne morta (e também de peixe quando frequenta a desembocadura dos rios). Nidifica nas árvores, utilizando ramos e desperdícios para fazer o ninho. Reproduz-se entre Fevereiro e Maio, pondo apenas 2 ou 3 ovos, cor creme com manchas castanhas, incubados pela fêmea durante 25/28 dias.
Milhafre-real
O milhafre-real é muito menos abundante do que o milhafre-preto e distingue-se deste sobretudo pela tonalidade arruivada das penas, por tere uma cabeça quase branca e por ser ligeiramente maior. A cauda apresenta também uma bifurcação mais acentuada. Alimenta-se de pequenos mamíferos, aves e carne morta. A reprodução é idêntica à do milhafre-preto, excepto na cor dos ovos, que são brancos com pintas vermelhas».- Texto retirado na integra de “bragancanet”.
Fonte: http://www.bragancanet.pt/patrimonio/faunamilhafre.html -20/02/2010
Prof. Narciso Serra
Olá! Se respondeste a terceira hipótese (“uma arvore”), acertas-te! As Sequóias são árvores de grande porte, com enorme resistência e que podem atingir alturas muito elevadas. Uma sequóia pode viver por milénios, e ao final deste tempo ultrapassar os 100 metros de altura e algumas dezenas de circunferência à altura do peito. Algumas destas árvores, nos Estados Unidos, possuem troncos de cor avermelhada tão robustos, que se podem escavar túneis para a passagem de carros nas suas bases. Outra característica da espécie, além do porte, é o tamanho relativamente curto dos seus ramos laterais, concentrados na região apical da árvore, e as folhas estreitas distribuídas distintamente no ápice dos ramos.
A árvore sequóia é originária da Califórnia e, para teres uma noção de como serão estas árvores, elas podem ter uma vida muito longa, mais de 4.000 anos, sendo, por isso, a árvore mais alta da Terra, com 115 m de altura.
Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sequoia_sempervirens
http://www.imagensviagens.com/esp_sequoia.htm - 28/03/2010
Prof. Narciso Serra
Olá! Se respondeste a primeira hipótese (“uma arma medieval”), acertas-te! Com efeito, a alabarda é uma antiga que ganhou especial relevo durante o período medieval. Esta arma era utilizada essencialmente pela Infantaria para luta corpo a corpo, embora a cavalaria também fizesse uso da mesma. Pelas suas características, esta arma foi muito utilizada em várias culturas para vigia e defesa de muralhas, castelos e palácios. A longa haste rematada por uma peça pontiaguda de ferro, que por sua vez é atravessada por uma lâmina em forma de meia-lua (similar à de um machado) facilitava o combate directo, pois permitia ao soldado ser eficiente e preciso mantendo, contudo, uma distância mínima de segurança. As alabardas podem ser apreciadas geralmente nas aramarias dos castelos, palácios e fortalezas nacionais e internacionais, assim como nos museus militares. Podem ser também observadas no Vaticano, visto fazerem parte da indumentária da Guarda Suíça, guarda que protege desde o século XVI o Papa.
Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alabarda
Fontes: http://www.youtube.com/watch?v=BuSrhijIiO8
http://www.youtube.com/watch?v=s5NQNpOJURY
http://www.youtube.com/watch?v=CYb41QfmYIw
http://www.youtube.com/watch?v=61T-3c_a45w - 20/03/2010
Prof. Narciso Serra
Fontes: http://www.youtube.com/watch?v=GBnrbRLOMlo - 18/03/2010
Prof. Narciso Serra
Fontes: http://www.youtube.com/watch?v=PhNFgXN3jTI
http://www.youtube.com/watch?v=YiACzBcoEeE - 18/03/2010
Prof. Narciso Serra
Olá! Se respondeste a primeira hipótese (“um talho”), acertas-te!
Um açougue ou talho é um local comercial especializado em vender carne. O lugar onde se procede à matança dos animais, que posteriormente se enviam para os açougues ou talhos, onde serão cortados, ou talhados, em partes comercializáveis, designam-se por abatedouros ou matadouros.
O termo Açougue vem do árabe as-suq (سوق), que quer dizer "mercado", "feira". O primeiro registo na língua portuguesa data de 1254, na forma azougue, evoluindo depois (1269) para aaçougue e, pouco tempo depois, para o actual açougue. Quando os portugueses tornaram a contactar com os mouros, no Norte de África, no século XV, reexportaram a palavra para o léxico, como soco (cf. castelhano zoco).
Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7ougue - 18/03/2010
Prof. Narciso Serra
Olá! Se respondeste a quarta hipótese (“um animal”), acertas-te!
«Quando adulto o seu peso varia de 750kg a 1588kg e os machos podem atingir comprimentos de até mais de 5m.
Possuem corpos robustos e maciços com cauda achatada, larga e disposta de forma horizontal.
A dentição desses animais é reduzida a molares, que se regeneram constantemente, em virtude de sua dieta vegetariana quando adultos.
Têm a pele rugosa, a cor varia entre o cinza e o marrom-acinzentado.
A cabeça fica muito perto do corpo, pode-se quase afirmar que ele não tem pescoço, apesar de conseguir movimentar a cabeça em todas as direcções. Ele tem olhos pequenos mas vê bem, sendo capaz até de reconhecer cores.
O nariz do manatim está bem acima do focinho, com duas grandes aberturas. Não possui orelhas, os ouvidos são apenas dois orifícios um pouco atrás dos olhos, mesmo assim pode ouvir muito bem.
A sua boca é grande com os lábios superiores amplos que se movimentam na hora de se alimentarem. No focinho, tem muitos pêlos, chamados vibrissas ou pêlos tácteis que são sensíveis ao movimento ou ao toque.
É um animal de hábitos solitários, raramente são vistos em grupo fora da época de अकासलामेंतो.
Habitat
Vivem em águas costeiras pouco profundas das zonas tropicais e subtropicais, nomeadamente na Costa Atlântica Americana desde Geórgia até Alagoas, no oeste de África e nas bacias dos rios Amazonas e Orinoco no Brasil.
Alimentação
São herbívoros e comem até encher completamente o estômago.
Alimentam-se de algas, aguapés, mangue, capins aquáticos entre outras plantas. Controlam assim o crescimento das plantas aquáticas e fertilizam com as suas fezes as águas que frequentam, contribuindo para a produtividade pesqueira. Podem comer 16kg de plantas por dia e conseguem armazenar até 50litros de gordura como fonte energética para a época da seca, quando as gramíneas de que se alimenta diminuem de disponibilidade. As nadadeiras, que ainda apresentam resquícios de unhas, ajudam o animal a escavar e arrancar a vegetação aquática enraizada no fundo. Esta alimentação contém sílica, elemento que desgasta os dentes com rapidez, mas também a isso os manatis estão adaptados: os molares deslocam-se para a frente cerca de 1mm por mês e desprendem-se quando estão completamente desgastados, sendo substituídos por dentes novos situados na parte posterior da mandíbula.
Reprodução
A fêmea tem geralmente um filhote a cada três anos, sendo um ano de gestação e dois anos de amamentação. Nasce apenas um filhote por vez, vivem cerca de 50 anos.
Predadores Naturais
O seu principal inimigo é o tubarão, no entanto também os jacarés e crocodilos são os seus predadores naturais. Na Amazónia ocasionalmente, são caçados por jaguares.
Os humanos
A expansão humana é a responsável pela redução do seu número, diminuindo o seu habitat natural junto das áreas costeiras pantanosas. Presentemente e em algumas zonas mais industrializadas, os manatins reúnem-se junto das centrais termoeléctricas, pois as descargas das águas quentes responsáveis pelo arrefecimento das máquinas, aquecem a água circundante. Eles deixaram de migrar para águas mais quentes, pois junto das centrais termoeléctricas têm água quente durante todo o ano, mantendo uma dependência desta fonte de calor não natural. Recentemente, este tipo de centrais tem vindo a encerrar. A U.S. Fish and Wildlife Service está a tentar procurar uma solução para esta situação, pois tem presente a dependência dos manatins destas estruturas, procurando encontrar uma forma de manter as águas da área aquecidas.
Encontram-se ameaçados de extinção
Devido à caça indiscriminada, pela crença popular de que possui 7 carnes diferentes, para obtenção de óleo, couro e até mesmo carne, foi quase exterminado antes que sua caça fosse proibida. A carne do manatim da Amazónia é muito apreciada pelos nativos, e a matança tem valor principalmente cultural. Em algumas cidades do interior do Amazonas, o manatim ainda é uma carne altamente apreciada e abatida, apesar da proibição do IBAMA. Também é caçado pelo Homem, para fazerem colares dos seus dentes e ossos, para extraírem azeite e comerem a carne (que no gosto se assemelha mais à do porco que à de vaca).
Devido às redes de pesca, por serem mansos aproximam-se dos barcos e ficam enredados nelas e morrem afogados, alguns são feridos pelas hélices dos barcos e ingerem frequentemente material de pesca durante a alimentação. A ingestão de materiais como os fios de pesca, se obstruírem o aparelho digestivo, podem provocar lentamente a sua morte.
Devido às feridas que lhes causam as hélices das lanchas e embarcações, o manatim é um animal lento, que gosta das águas pouco profundas e de se manter perto da superfície (para se alimentar e respirar), coisas que o transformam em vítimas frequentes dos barcos que navegam rapidamente e sem o cuidado adequado.
A contaminação das águas costeiras é outro dos factores que levam ao extermínio destes animais.
A caça e os métodos de captura
A sua caça está proibida oficialmente desde 1971 mas, o seu número diminui assustadoramente a cada ano.
O método de caça é muito cruel: o manatim respira ar como outros mamíferos, por isso, periodicamente, ele vem até à superfície da água para respirar. É nesta altura que ele é caçado: os caboclos usam rolhas para entupir o nariz dos animais e sufocá-los até a morte. Com a rolha no nariz, o animal assustado mergulha para fugir e morre afogado; se fica na superfície, é morto à paulada. Sabe-se que 600 animais são mortos por ano.
As Sereias e os Manatins
Os manatins são os seres aquáticos que de algum modo podem ser responsabilizados pelas seculares lendas sobre a sereia, a encantadora mulher-peixe dos mitos de tantos povos. Isso por causa da vaga semelhança entre seu corpo e o corpo feminino, na área do tórax: como as mulheres, os manatis têm duas mamas peitorais. Esse é o motivo pelo qual esses seres receberam o nome de Sirenia, que vem de sereia. As lendas são relatadas por navegantes que se depararam com o dugongo (Dugong dugon).
Preservação
Para a preservação destas espécie desde 1985 que existe o Centro Peixe-Boi Marinho. Em 1990, o IBAMA criou o Centro Nacional de Conservação de Sirênios – Peixe-Boi, que estendeu os seus estudos e acções de preservação também ao Peixe-Boi da Amazónia.
O Projecto Peixe-boi
Com a possibilidade de extinção destas espécies o governo brasileiro proibiu sua caça e criou em 1980 o Projecto Peixe-Boi desenvolvido pelo CMA (Centro Nacional de Pesquisa, Conservação e Manejo de Mamíferos Aquáticos) com sede na Ilha de Itamaracá, Pernambuco. O projecto dedica-se à pesquisa, resgate, recuperação e devolução à natureza do peixe-boi, bem como à informação e parceria com comunidades ribeirinhas e costeiras. O projecto está aberto a visitação, onde podem ser vistos inúmeros peixes-boi, inclusive a Chica um peixe-boi fêmea que viveu durante anos num aquário público em uma praça do Recife e o Poque um raro caso de híbrido entre o peixe-boi marinho e o amazónico.
Curiosidades acerca do Manatim
São mamíferos pertencentes ao grupo dos sirénios.
Existem duas espécies: os Dugongos e o Manatim.
É o animal com maior influência na inspiração do mito das sereias.
Tem uma forma humanóide, e mamas em posição peitoral.
Possuem uma excelente adaptação ao ambiente aquático.
O corpo é torpediforma.
Tem as extremidades anteriores transformadas em barbatanas, e o apêndice caudal com a forma de barbatana horizontal.
Os olhos são protegidos por uma secreção oleosa proveniente das glândulas periorbitais que lhes dá protecção à água salgada.
Está adaptado à vida em águas pouco profundas.
O seu esqueleto é denso e muito pesado, facilitando a deslocação em águas de baixa profundidade.
Os orifícios nasais situam-se numa posição muito horizontal, o que permite ao Dugongo respirar quase sem assomar a cabeça.
A sua alimentação é constituída fundamentalmente por algas verdes, algumas plantas terrestres que crescem perto das águas salobras e ramos de árvores estendidas junto à superfície.
Este animal é susceptível de domesticação, chegando mesmo a reconhecer a voz do dono, a obedecer-lhe e a vir dos lagos ou do mar, a horas determinadas, em procura do alimento que este lhe dá». - Texto retirado na integra de “Animais em Perigo”.
Fontes: http://manatim।blogspot।com/ - 10/03/2010
Prof. Narciso Serra
Elas foram construídas há mais de 2500 anos e resistem até hoje. Cercadas de mistérios, despertam interesse de historiadores, arqueólogos e estudiosos de civilizações antigas. Como resistiram a tantos séculos? Que segredos guardavam dentro delas? Qual função religiosa exerciam na sociedade?
A religião do Egito Antigo era politeísta, pois os egípcios acreditavam em vários deuses. Acreditavam também na vida após a morte e, portanto, conservar o corpo e os pertences para a outra vida era uma preocupação. Mas somente os faraós e alguns sacerdotes tinham condições económicas de criarem sistemas de preservação do corpo, através do processo de mumificação.
A pirâmide tinha a função abrigar e proteger o corpo do faraó mumificado e seus pertences (jóias, objectos pessoais e outros bens materiais) dos saqueadores de túmulos. Logo, estas construções tinham de ser bem resistentes, protegidas e de difícil acesso. Os engenheiros, que deviam guardar os segredos de construção das pirâmides, planejavam armadilhas e acessos falsos dentro das contrições. Tudo era pensado para que o corpo mumificado do faraó e seus pertences não fossem acessados.
As pirâmides foram construídas numa época em que os faraós exerciam máximo poder político, social e económico no Egito Antigo. Quanto maior a pirâmide, maior seu poder e glória. Por isso, os faraós se preocupavam com a grandeza destas construções. Com mão-de-obra escrava, milhares muitas vezes, elas eram construídas com blocos de pedras que chegavam a pesar até duas toneladas. Para serem finalizadas, demoravam, muitas vezes, mais de 20 anos. Desta forma, ainda em vida, o faraó começava a planejar e executar a construção da pirâmide.
Ao encontrarem as pirâmides, muitas delas intactas, os arqueólogos se depararam com muitas informações do Egito antigo. Elas possuem inscrições hieroglíficas, contando a vida do faraó ou trazendo orações para que os deuses soubessem dos feitos realizados pelo governante.
Fonte: http://www।suapesquisa.com/historia/piramides/ - 20/02/2010
Ivo Lopes, Nº 9 - 5º E
«24 de Junho é a data provável mas pode dizer-se para se ser mais rigoroso que terá acontecido até 3 de Agosto, porque no documento de doação do couto do Mosteiro do Pedroso (na foto), é declarado o infante Afonso príncipe de todo o Portugal.
Vitória das forças aglutinadas da nobreza portucalense em torno de D. Afonso Henriques contra as de Fernão Peres de Trava, D. Teresa e do arcebispo de Compostela.
Contrariamente ao dito popular do "filho que bate na mãe", foram os cavaleiros fiéis a D. Teresa, vindos de Coimbra e de Viseu, que se dirigiram a Guimarães, para submeter D. Afonso Henriques. A batalha campal deu-se portanto perto daquele castelo.
Resultou dela a substituição dos detentores do poder no Condado, que escolheram o infante para seu chefe, recusando a aceitar a política que proclamava constituição de um reino que englobasse a Galiza e Portugal.
Pode pois considerar-se S. Mamede como a primeira pedra no edificar da independência de Portugal.
Uma tese, condenatória do jovem infante, pela sua atitude para com a mãe, após e Batalha de S. Mamede, aprisionando-a no castelo de Lanhoso, seria merecedora do "castigo divino" recebido anos mais tarde pelo seu próprio sofrimento após a derrota sofrida em Badajoz.
Sabe-se contudo por análise de documentos autênticos, que pouco tempo depois desta data já se encontravam ambos livres na Galiza». - Texto retirado na integra de “D. Afonso Henriques-1º Rei de Portugal”.
Fonte: http://gaibeus।blogspot.com/2007/02/batalha-de-smamede-1128.हटमल -20/02/2010
Sara Vilarinho, Nº 17 - 5º D
Olá! Se respondeste a quarta hipótese (“porque observamos a torre Eiffel”), acertas-te!
«A Torre Eiffel é um dos símbolos franceses mais importantes, localiza-se na cidade de Paris e foi inaugurada a 31 de Março de 1889, para assinalar a Exposição Mundial que decorreu no ano do centenário da Revolução Francesa.
Os trabalhos de construção, onde participaram 300 operários, demoraram dois anos e dois meses. Projectada por Gustave Eiffel, começou a ser construída em 1887. É uma estrutura metálica que comporta três plataformas. A primeira fica a 57,63 metros do solo, a segunda a 115,73 metros e a terceira a 276,13 metros. A torre tem uma altura total, incluindo a antena emissora de televisão, de 320 metros. Em Novembro de 2000, foi montada uma nova antena de televisão e rádio que fez a altura total passar para 324 metros. A altura da torre varia 15 centímetros em função da temperatura e quando está muito vento pode balançar até doze centímetros. Para subir a torre é preciso vencer 1665 degraus. Até 1929, foi o edifício mais alto do mundo. Nesse ano, perdeu o estatuto para o prédio da Chryler em Nova Iorque, que tinha mais sete metros. A torre pesa cerca de 10 100 toneladas e na sua construção foram utilizadas 18 000 peças de ferro e 2,5 milhões de rebites. Todas as peças estão fixadas por rebites. Só em tinta há a registar um peso de 40 toneladas. Os pilares da torre estão assentes em fundações instaladas no subsolo. A Torre Eiffel, também conhecida por "Dama de Ferro", abriga nos seus três pisos um restaurante, um cinema e um pequeno museu de cera. Cerca de seis milhões de visitantes por ano fazem deste monumento o mais visitado do mundo. No primeiro ano, foram registados dois milhões de visitantes. No total, já perto de 200 milhões de turistas passaram pela torre, que pertence actualmente ao município de Paris. A torre está dotada de uma série de elevadores para fazer subir os visitantes. Os originais eram todos hidráulicos. Os elevadores dos pilares Este e Oeste foram substituídos em 1899 e modernizados em 1986. O elevador do pilar Sul foi desactivado em 1900 e apenas substituído em 1983 por um exclusivo para clientes do restaurante. O elevador do pilar Norte foi substituído em 1965 por um eléctrico e este posteriormente modernizado, em 1995. O elevador hidráulico central que não opera no Inverno, foi substituído em 1983. Nas fachadas dos quatro pilares da Torre Eiffel, estão inscritos os nomes de 72 cientistas, que Gustave Eiffel quis homenagear. Os seus nomes foram apagados no início do século numa altura em que a torre foi pintada, mas entre 1986 e 1987 voltaram a ser inscritos». - Texto retirado na integra de Infopédia.
Fontes: http://www।infopedia।pt/$torre-eiffel - 24/02/2010
Prof. Narciso Serra
Olá! Se respondeste a primeira hipótese (“uma figura mitológica”), acertas-te!
Com efeito o Adamastor é uma figura mitológica que surge no imaginário da nossa literatura através de Luís Vaz de Camões na sua obra “Os Lusíadas”. Foi, segundo o escritor, o Gigante Adamastor (uma figura mitológica criada por Camões para significar todos os perigos, as tempestades, os naufrágios e “perdições de toda sorte”) que os portugueses tiveram de enfrentar e transpor nas suas viagens.
Como base para a criação da sua personagem, Luís de Camões utilizou o imaginário e a tradição mítico-religiosa da cultura greco-romana.
Fontes: http://oslusiadas.no.sapo.pt/episodio14.html - 24/02/2010
Prof. Narciso Serra